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Política Domingo, 20 de Março de 2022, 10:15 - A | A

Domingo, 20 de Março de 2022, 10h:15 - A | A

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Galvan diz que aumento de combustíveis “foi menor” e defende aumento do frete para compensar

Questionado se a saída é aumentar o frete, Antônio Galvan diz que “não tem outro caminho para poder suprir”

Adriana Assunção & Kleyton Agostinho/VGN

O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), produtor rural Antônio Galvan, em entrevista ao , opinou que uma greve dos caminhoneiros em razão do aumento dos combustíveis trará prejuízo ao consumidor.

Declaradamente apoiador do presidente Jair Bolsonaro (PL), Galvan afirma que os aumento dos preços que disparavam mesmo antes da guerra entre Rússia e Ucrânia, existe em razão do conflito. Ele minimiza dizendo que o último aumento anunciado, já durante a guerra, foi o menor.

“Esse aumento de combustível se fosse somente aqui ao Brasil nós podíamos ficar preocupados, mas hoje dá para dizer que ainda com todo este aumento, este último que saiu, o Brasil foi o que menos aumentou o combustível nesse período do conflito, em relação aos outros países do mundo afora”, declarou.

Segundo o produtor rural, o próprio Estados Unidos, que é o grande produtor de Petróleo, apresenta um das maiores elevações nos preços. “Então é uma questão mundial, acredito que vai se unir a essas forças e achar uma solução. E se liberar automaticamente a importação do Petróleo da Rússia esta situação já se resolve e o preço cai.”

Questionado se a saída é aumentar o frete, Antônio Galvan diz que “não tem outro caminho para poder suprir”. Ele completa: “Isso sai direto do nosso bolso que somos os produtores ou alguém vai pagar mais caro lá na ponta. Alguém vai pagar ou a ponta que produz ou a ponta que consome, mas infelizmente não tem outra saída para se resolver esse problema.”

Leia mais: Presidente da Aprosoja Brasil culpa bloqueios da Otan por aumento de combustíveis e fertilizantes

Já sobre uma intervenção na política de preços da Petrobrás como defendida por alguns políticos, Galvan afirma essa medida já foi aplicada mesmo em desacordo com a classe, que considera como uma bitributação.

“Já foi feita em cima da regulamentação do ICMS que a gente nunca concordou que é justamente onde os Estados buscam cobrar os impostos deles em cima da cota final, isso é um absurdo, é uma bitributação. Hoje foi aumentado por lei que não, você vai colocar o ICMS na saída da fonte, ou seja, da refinaria, é mais do que justo ter feito esta lei e acredito que todos vão atender por mais que tem uma indignação, vai cair à receita de todos os Estados, mas da forma que eles estavam fazendo esta cobrança está totalmente errada, inclusive ilegal”, encerra.

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