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VGNJUR Terça-feira, 25 de Janeiro de 2022, 17:13 - A | A

Terça-feira, 25 de Janeiro de 2022, 17h:13 - A | A

PRISÃO domiciliar

Mãe de Henry Borel alega sofrer ameaças e pede para deixar prisão; MP é contrário

Monique foi presa em abril do ano passado, após ser acusada de envolvimento na morte do próprio filho

Lucione Nazareth/VGN

Divulgação/Youtube/CidadeAlertaRecord

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 Monique foi presa em abril do ano passado, após ser acusada de envolvimento na morte do próprio filho

 

 

O Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro (MPE/RJ) manifestou-se contrário ao pedido da defesa de Monique Medeiros para conversão da prisão preventiva em domiciliar. Ela é a mãe do menino Henry Borel, de 4 anos, assassinado em março do ano passado.

A defesa de Monique entrou com pedido alegando falta de segurança dentro da cadeia. Consta do documento que a advogada do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o dr. Jairinho (que também é réu por homicídio triplamente qualificado e tortura da criança), fez uma visita à unidade prisional onde a mãe de Henry está presa, e o criminalista teria a ameaçado de tê-la pressionado para assinar um documento se responsabilizando, integralmente, pela morte do filho.

Além disso, a defesa afirma que dias depois, um suposto emissário foi enviado para o presídio de Monique, no qual também está uma advogada presa ligada a ela. 

“A situação de Monique está desesperadora. Não há segurança! Agora estão se valendo de detentos para ameaçar Monique – palavras dela (Monique). Confesso que em mais de 15 anos na advocacia criminal, esta defesa, jamais se deparou com uma situação como esta (...) O que mais será feito contra Monique? Cabe à polícia e ao Ministério Público agir”, diz trecho do pedido da defesa.

O promotor de justiça, Fábio Vieira, manifestou-se contrário ao pedido da defesa sob alegação de que a solicitação não preenche os requisitos necessários para alteração de regime e que outras medidas já haviam sido providenciadas junto à Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap).

No documento, Vieira cita que o Ministério Público já havia proibido o acesso de pessoas que não sejam os advogados e familiares cadastrados para conversar com Monique. Além disso, sugeriu outras medidas para garantir a segurança de Monique como o isolamento da mesma, disponibilização de local separado para que ela receba visitas e demais que a Defesa e o Juízo entenderem pertinentes.

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