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Política Sábado, 05 de Março de 2022, 15:45 - A | A

Sábado, 05 de Março de 2022, 15h:45 - A | A

ELEIÇÕES 2022

Fagundes deixa companheiros de "stand-by" na expectativa de Mauro Mendes "abraçar" sua reeleição

Fagundes nutre a esperança do grupo de Mauro Mendes apoiá-lo, embora o "vento" sopre para Geller

Edina Araújo/VG Notícias

O senador Wellington Fagundes (PL) desapontou os companheiros de “primeira hora” na expectativa de ser o “escolhido” do governador Mauro Mendes (UB) para disputar à reeleição ao Senado.

No almoço dessa sexta-feira (04.03), na casa do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), Wellington deixou explícito a possibilidade de unir-se a Mauro Mendes - e ter o apoio do grupo do governador. Porém, o grupo de primeira hora de Fagundes, acredita que ele está dando um “tiro no escuro” postergando uma decisão na expectativa de ser “abraçado” pelo grupo do governador - que praticamente sacramentou apoio ao deputado Federal Neri Geller (PP), que já tem coordenador declarado à sua campanha, o senador Carlos Fávaro (PSD).

Outra decepção foi Wellington Fagundes levar a “tira colo” Empresário Reinaldo Morais, conhecido como ‘Rei do Porco’, recém-filiado ao PL, se apresentando como coordenador-geral da campanha do presidente da República, Jair Bolsonaro (PL). 

Segundo fonte do , o “rei do porco” foi “arrogante” e deixou claro que é o porta-voz de Bolsonaro em Mato Grosso – e a prioridade do partido é reeleger o presidente, senador e deputados federais pelo Partido Liberal. “Foi um balde de água fria a todos que estavam presentes. Quem não escondeu o descontentamento foi o senador Jayme Campos, que todas as vezes que se dirigia ao “rei do porco” não mencionava o nome dele. O clima ficou muito ruim, todos sem graça, não foi nada legal, até porque o Reinaldo todas  eleições que disputou até agora não se elegeu em nenhuma”, revelou a fonte do .

O senador Jayme Campos apesar do descontentamento com a atitude de Wellington Fagundes e a arrogância do “rei do porco” reafirmou o apoio a Fagundes, acordo que fez na eleição suplementar, quando Nilson Leitão (PSDB) e Júlio Campos (Ex-DEM) fizeram dobradinha para assumir a vaga da juíza aposentada Selma Arruda, cassada por suposto caixa dois. “Jayme Campos acredita que Wellington Fagundes está iludido e que nunca será abraçado pelo grupo do governador Mauro Mendes porque é fechado demais. De qualquer forma o senador foi homem e disse que continua apoiando Wellington Fagundes, seja para qual cargo disputar”, revelou a fonte.

O prefeito Emanuel Pinheiro, amigo de Fagundes ficou sem entender a atitude do senador. Em decorrência desta atitude de Wellington, novidades devem surgir - e novo grupo já está sendo articulado. Eles correm contra o tempo porque até o dia primeiro de abril, deputados estaduais, distritais e federais podem sair de seus atuais partidos e migrarem para outras siglas sem perderem os seus mandatos parlamentares.

A janela partidária, também conhecida como “janela de infidelidade”, é o momento de acomodação, visando o partido que oferece mais chances de êxito nas urnas em outubro deste ano. A lei que estabelece a chamada janela partidária permite em ano eleitoral - seis meses antes da realização das eleições.

O PL tem se movimentando intensamente e com promessas de migração que podem fazer a sigla se tornar a maior na Câmara dos Deputados neste último ano de legislatura. O PL conta, até o momento, com 11 parlamentares que migraram para a sigla, e apenas três saíram. Segundo  o senador Wellingtoon Fagundes, muitos parlamentares devem aderir o PL até o final de março. O PL está buscando parlamentares em todos os partidos, sem distinção, PTB, MDB, PSDB entre outros. O Partido Liberal conta hoje com 42 parlamentares.

Reforma eleitoral - Criada no contexto da Reforma Eleitoral de 2015 por meio da lei 13.165 daquele ano, a janela partidária veio como resposta ao entendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) firmado desde 2007, por meio de diferentes resoluções, segundo as quais o mandato no Legislativo pertence ao partido político e, portanto, não ao parlamentar individualmente, o que passou a inibir a migração partidária.

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