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Política Quinta-feira, 14 de Julho de 2022, 15:44 - A | A

Quinta-feira, 14 de Julho de 2022, 15h:44 - A | A

para teste

Ministro da Defesa propõe “votação paralela” com cédula de papel no dia da eleição

Ministro alega que “votação paralela” seria uma forma para dar mais segurança às eleições

Lucione Nazareth/VGN

O ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira, apresentou nesta quinta-feira (14.07), uma proposta de votação paralela no dia da eleição por meio de cédulas de papel em um suposto teste de confiabilidade das urnas eletrônicas. A proposta foi apresentada em audiência pública sobre o tema na Comissão de Fiscalização e Controle (CTFC) no Senado.

Conforme a proposta, para dar mais segurança às eleições, no dia 02 de outubro (dia do pleito eleitoral), além da urna eletrônica normal para votação, a ideia é instalar uma segunda urna para efeito de teste e ainda uma votação em cédula de papel para verificar se o que o equipamento eletrônico registrou é o mesmo que foi marcado fisicamente.

Na recomendação, a votação em cédula pode ser feita por servidores da Justiça eleitoral ou mesmo por eleitores convidados no dia da eleição.

Além dela, Paulo Sérgio Nogueira recomendou testes de integridade das urnas nas mesmas condições da votação, inclusive com a utilização da biometria do próprio eleitor; teste público de segurança nas urnas do modelo 2020; acesso do TSE para que entidade promovam fiscalização e auditoria em todas as fases do processo eleitoral - o que ele chamou de “auditoria independente”.

Na audiência pública, o ministro afirmou que as Forças Armadas atuam como “colaboradores do processo eleitoral” e realiza um “trabalho eminentemente técnico, sem viés político”, e negou que a pasta tenha a intenção de revisar ou interferir no resultado das eleições presidenciais de outubro.

“O que a gente deseja neste momento é paz social. Um momento muito sensível, uma polarização muito grande. Todos temos que estar juntos e unidos para que tenhamos transparência e confiabilidade para uma eleição tranquila. Em absoluto, jamais, em tempo algum, seremos revisores de eleições. Tudo o que diz respeito às Forças Armadas normalmente aparece mais. Aí, dá a impressão de que a gente é o protagonista. O protagonista é o TSE. O protagonista é o povo brasileiro”, disse Nogueira aos senadores.

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