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Política Sábado, 04 de Junho de 2022, 08:23 - A | A

Sábado, 04 de Junho de 2022, 08h:23 - A | A

Eleições 2022

Ludio diz que, como Bolsonaro, Mauro não passaria dos 30 por cento, "mas falta adversário"

Segundo Ludio, ainda será preciso constituir a Executiva da Federação PV, PT e PCdoB e resolver de vez as candidaturas majoritárias

Adriana Assunção & Kleyton Agostinho/VGN

O deputado Ludio Cabral (PT) esclareceu a demora da federação PT, PV e PCdoB para escolha do candidato ao governo do Estado e ao Senado. Até o momento, somente o Partido dos Trabalhadores aprovou o nome do professor da Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat) Domingos Garcia,, como pré-candidato ao governo e da ex-vereadora Enelinda Scalla como pré-candidata a senadora, mas as discussões para composição da chapa que possa ser oficializada ainda passa pelos dois partidos aliados.

_“O partido vai para a mesa da federação com esses nomes e os demais devem trazer os seus nomes. Então, quando os todos os nomes estiverem à mesa, devemos avaliar qual o melhor formato de chapa”, explicou.

Entretanto, segundo Ludio, ainda será preciso formar a Executiva da Federação PV, PT e PCdoB, que até o momento funciona de forma provisória, sendo liderada pelos três presidentes dos partidos.

A campanha nacional será violenta, de ódio, de agressões verbais e às vezes até físicas

Questionado sobre o atraso do PT na largada da corrida eleitoral em relação ao possível adversário, o governador Mauro Mendes (União), que não assumiu publicamente uma candidatura à reeleição, mas segue em viagens para o interior destacando as ações do seu governo, Lúdio observou que "ele está em pré-campanha e não passa de 30% nas pesquisas. É o teto dele, é o teto de Bolsonaro no país, e aí há uma semelhança. O que está faltando é adversário.”

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Ao defender pré-candidaturas do PT, Ludio relatou que a federação deve focar em uma oposição ao governador e atuar na defesa do pré-candidato à presidência da República, ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “O que eu defendo é que tenhamos uma candidatura capaz de fazer o debate com Mauro Mendes, que tenha um programa de oposição programática ao governador e ao mesmo tempo faça uma defesa do Lula em Mato Grosso, porque teremos uma campanha violenta. A campanha nacional será violenta, de ódio, agressões verbais, às vezes até físicas”, encerrou.

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