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Cidades Terça-feira, 03 de Maio de 2022, 09:27 - A | A

Terça-feira, 03 de Maio de 2022, 09h:27 - A | A

Várzea Grande

Alojada em Ginásio, idosa faz apelo por moradia e convida prefeito para conhecer local

As famílias estão abrigadas no Ginásio, após serem despejados do Residencial Colinas Douradas II

Adriana Assunção/VGN

A moradora de Várzea Grande, Maria Eva Elídio, 79 anos, fez um apelo ao prefeito Kalil Baracat (MDB) para ajudá-los a ter um lar. A idosa e cerca de 27 famílias, com aproximadamente 50 crianças estão abrigados há um ano e quatro meses no Ginásio Valdir Pereira, no bairro Mapim, após serem despejados do Residencial Colinas Douradas II, em razão do cumprimento de reintegração, por determinação da Justiça Federal.

Chamando o prefeito de Dr, dona Maria Eva relata que não aguenta mais viver nessas condições e explica ao Chefe do Poder Executivo municipal que as famílias que tinham outras formas de se abrigar já saíram e quem permanece não tem condições. "Não temos para onde ir. Até meu benefício do INSS está cortado, como eu vou sair daqui?"

“O Dr estou querendo sair daqui quanto mais rápido puder, porque estou passando mal, estou doente demais. Toda semana tenho que ir ao médico passando mal, com ansiedade. Eu não aguento mais ficar aqui dentro, está abafado, sem ar. O senhor já veio aqui, para ver a situação da gente aqui? Queria que viesse para ver se dói o coração do senhor. Ver o sofrimento da gente aqui. Os que podiam sair daqui e tiveram uma condiçãozinha, já saíram, mas e quem não tem, como nós, seguimos aqui”, relatou a moradora.

Outra abrigada, identificada Luciene Alecrim de Souza, 51 anos, relatou que está doente nesse lugar: “Queremos sair daqui para ontem. Uma psiquiatra me passou remédios fortes, por favor dê uma olhada com carinho para nós.”

Leia mais: Energisa corta "gato" em Ginásio de VG e deixa famílias alojadas no local no escuro

Outro lado – O secretário de Comunicação de Várzea Grande, Marcos Lemos informou que gestões foram feitas junto à Caixa Econômica Federal para que abrisse mão de 10% das 1.000 unidades do Colinas Douradas e também junto ao Governo do Estado, para que em parceria com o município construísse residências para contemplar os invasores, que sequer tinham inscrições em programas de habitação do Governo Federal e que foram por ordem da Justiça Federal inseridos no cadastro de inscritos para concorrerem como os demais inscritos nos sorteios.

“A municipalidade acredita que ambas propostas têm condições de se tornarem realidade, em que pese, atender as famílias que se encontram alojadas em um bem público recebendo auxílio por parte do município, acaba prejudicando aqueles que se inscreveram e foram contemplados", cita trecho da nota.

 

 
 
 
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