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Política Domingo, 05 de Fevereiro de 2023, 17:21 - A | A

Domingo, 05 de Fevereiro de 2023, 17h:21 - A | A

CONFIRA REPRESENTAÇÃO

Várzea-grandense, empresária de Cuiabá e rondopolitano representam MT no Senado

A única vaga disputada nas eleições de outubro de 2022, é ocupada pelo senador reeleito, Wellington Fagundes

Gislaine Morais/VGN

O Senado em 2023 será representado por três mato-grossenses, Jayme Campos (União), Wellington Fagundes (PL) e Margareth Buzetti (PSD). A única vaga disputada nas eleições de outubro de 2022, é ocupada pelo senador reeleito, Wellington Fagundes, com 825.229 votos - 63,54%.

Natural de Rondonópolis (a 212 km de Cuiabá), Fagundes, 65 anos, é médico veterinário formado na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), tendo ainda pós-graduação em Ciência Política pela Universidade de Brasília (UnB).

Foi vice-líder do Governo e líder do PL. Presidiu a comissão Senado do Futuro e coordenou a Frente Parlamentar da Logística de Transportes e Armazenagem. Foi presidente da Associação Comercial Industrial de Rondonópolis (1983-1986). Em 1987 assumiu a Secretaria de Planejamento na sua cidade natal. Em 1990 foi eleito deputado federal, tendo sido reeleito em 1994, 1998, 2002, 2006 e 2010, e em 2015, iniciou seu mandato no Senado. Desde 2009 é presidente do PL em Mato Grosso.

De família tradicional várzea-grandense, Jayme Campos, 71 anos, assumiu pela primeira vez uma cadeira no Senado em 2007, onde atuou até 2015. Jayme não foi a reeleição, e em 2017 assumiu o cargo de secretário de Assuntos Estratégicos de Várzea Grande, quando sua esposa Lucimar Campos (União) foi eleita prefeita.

Em 2018, Jayme voltou a correr uma vaga no Senado e foi o segundo mais eleito com 490.699 - 17,82%, perdendo na época para bolsonarista, juíza Selma Arruda, que recebeu 678.542 – 24,65%. (Selma acabou sendo cassada por prática de caixa dois, abuso de poder econômico).

A vaga da ex-senadora foi garantida ao senador Carlos Fávaro (PSD), que ficou em terceiro lugar nas eleições de 2018. Fávaro se efetivou no cargo até 31de janeiro de 2027 após ser vencer a eleição suplementar como o mais votado (25,97%) entre os 11 candidatos, em 2020.

Em junho de 2022, o senador se afastou do cargo por 120 dias, lugar ocupado por sua primeira suplente, Margareth Buzetti. Fávaro trabalhou na campanha do presidente Lula, e acabou escolhido para comandar o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Com isso, Margareth Buzetti tomou posse de senadora por Mato Grosso, nessa quarta-feira (1º.02). Nascida em Concórdia (SC), Margareth, 62 anos, tem duas filhas e dois netos. Mora em Cuiabá desde 1987, onde abriu uma empresa do setor de reforma de pneus. Ela tornou-se a primeira mulher a ocupar a presidência da Associação das Empresas do Distrito Industrial de Cuiabá (Aedic) e também a primeira mulher a assumir a presidência da Associação Brasileira de Reforma de Pneus (ABR). A nova senadora também é secretária-geral do Diretório Estadual do Partido Progressista (PP).

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