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Polícia Quinta-feira, 13 de Junho de 2024, 11:48 - A | A

Quinta-feira, 13 de Junho de 2024, 11h:48 - A | A

SICÁRIOS

Executor de homem em Cuiabá pode ter sido "apagado" por mandantes, diz delegado

Uma mulher acusada de filmar a ação criminosa foi presa

Nicolle Ribeiro & Angelica Gomes/ VGN

A Polícia Civil cumpriu na manhã desta quinta-feira (13.06) seis mandados de busca e apreensão nas cidades de Cuiabá, Acorizal e Santo Antônio do Leverger, nas residências de pessoas envolvidas na morte de Jair Rodrigues Pinheiro, em 2016, no bairro Dom Aquino, na Capital. Uma mulher acusada de filmar a ação criminosa foi presa. Leia matéria relacionada - Operação mira grupo criminoso envolvido em homicídios em VG e Cuiabá

Segundo o delegado Marlon Luz, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), durante coletiva de empresa na manhã desta quinta-feira (13), sobre a Operação Sicários, a polícia identificou um dos executares de Jair. No decorrer da investigação foi constado que o mesmo estava desaparecido e que os mandantes do crime inicial foram responsáveis por seu desaparecimento. 

Durante o cumprimento dos mandados, aparelhos de celulares que comprovam a causa do desaparecimento do executor e possíveis mandantes, de ambos os crimes, foram apreendidos.

A motivação do crime, inicialmente descrita como vingança, era de que Jair estava sendo punido por uma facção criminosa por cometer o crime de estupro. Foi confirmado posteriormente que a vítima havia sido atraída por duas mulheres, para um local na qual foi torturada e filmada.

As imagens da ação criminosa, que confirmam o ato, foram obtidas através da apreensão de um dos aparelhos celulares realizada na manhã desta quinta-feira (13), onde uma criminosa, acusada de participar da tortura e filmar, foi presa.

Segundo o delegado, as organizações criminosas enfatizam que esses homicídios, por muitas vezes, acontecem devido a uma disciplina contra alguém que cometeu uma barbaria, porém, neste caso específico, o crime foi realizado no intuito de reafirmar “seu poder” e aterrorizar a população.

Mesmo após oito anos do crime o delgado afirma que o caso será resolvido e esclarecido, pois, mediante as provas obtidas recentemente, é possível dar continuidade ao trabalhando, visando solucionar todos os homicídios e crimes realizados por organizações criminosas.

Leia também - Facção promove mortes em Pontes e Lacerda: 4 homicídios em 10 dias; veja nomes

 

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