A Associação dos Oficiais da Polícia e Bombeiro militar de Mato Grosso (Assof) emitiu uma nota afirmando que a prisão de três policiais militares nessa terça-feira (18.06) pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) foi um equívoco. Confira matéria relacionada.
O tenente Cleber de Souza Ferreira, o subtenente Ricardo de Souza Carvalhaes de Oliveira, e o cabo Denizel Moreira dos Santos, da Rotam, foram presos durante a operação Assepsia, da Polícia Civil, acusados de facilitar a entrada de aparelhos celulares em unidades prisionais do Estado. Além deles, dois servidores e dois reeducandos foram alvos da operação.
Contudo, segundo o presidente da associação, tenente Coronel da Polícia Militar Wanderson, os militares foram até o local se reunir com o reeducando para colher informações de ações criminosas que estariam prestes a ocorrer em Cuiabá.
“É importante registrar, que esses militares já atuaram em diversas operações com apreensão de drogas e armas, bem como, na prevenção de assaltos a estabelecimentos comerciais”, diz trecho da nota.
E acrescenta: “Os três policiais militares são considerados profissionais sérios, responsáveis e em suas fichas funcionais não existem registros de desvios de conduta. É importante registrar, que segundo o Tenente S. Ferreira, a atuação dele e dos demais policiais militares no caso concreto, era de conhecimento dos seus superiores hierárquicos, tanto no batalhão quanto no comando regional”.
Prisão: Cinco servidores públicos foram presos na manhã de ontem (18.06). A operação cumpriu sete mandados de prisões e oito ordens de busca e apreensão.
A juíza Ana Cristina Silva Mendes, em audiência de custódia, manteve a prisão do diretor da Penitenciária Central do Estado (PCE), Revétrio Francisco da Costa, do subdiretor da PCE, Reginaldo Alves dos Santos e dos três policiais militares detidos.
Revétrio e Reginaldo Santos foram encaminhados para o Centro de Custódia de Cuiabá (CCC). O policial militar Cleber Ferreira para o 3° Batalhão de Polícia Militar, e Ricardo Oliveira e Denizel Moreira para o Batalhão de Operações Especiais (Bope).
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