Prefeitura de VG começa notificar e multar casas com focos do mosquito Aedes Aegypti

As ações estão sendo desenvolvidos para combater o mosquito

Redação VG Notícias com informações da Secom/VG

Os fiscais do Código de Postura da Prefeitura de Várzea Grande começaram a percorrer os bairros do município orientando os moradores quanto aos cuidados com a limpeza das calçadas, bem como fiscalizando e demarcando áreas que se encontram em estado de abandono para notificação ao proprietário. As ações estão sendo desenvolvidos para combater o mosquito Aedes Aegypti.

De acordo com a Secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, as ações desenvolvidas integram o Plano Municipal Emergencial de Enfrentamento ao mosquito na cidade.

Segundo o secretário da pasta, Breno Gomes, a mobilização de combate ao mosquito é uma força tarefa que está envolvendo todos os segmentos públicos do município. “Um dos objetivos é estabelecer políticas que integram ações do governo municipal e, principalmente, conscientização cidadã”, declarou;

Gomes disse que os fiscais do Código de Postura estão intensificando a fiscalização nas áreas que se encontram abandonada e com a presença de bolsões lixo e entulhos. “Aquele que for notificado tem o prazo de 24 horas para promover a limpeza do terreno, caso contrário será aplicando as penalidades previstas em Lei, além de multa“, alertou o secretário.

Na semana passada o alvo da ação foi o bairro 7 de Maio onde os agentes de postura notificaram vários estabelecimentos que trabalham com materiais reclináveis.

Conforme o gestor, os estabelecimentos foram notificados para proporcionar a limpeza do local e fazer a readequação de elementos que possam servir de criadores do mosquito Aedes Aegypti. Nesta segunda-feira (22.02) os agentes estarão no bairro Jardim Paula I e Figueirinha.

Breno explica ainda que não é intenção da Prefeitura autuar ninguém, mas também não é justo que as pessoas que moram perto de áreas abandonadas, ou de empreendimentos que trabalham com matérias recicláveis tenham de conviver com a insegurança e com o risco de contraírem doenças endêmicas.


Fonte: VG Notícias

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